quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

CELAM promove o 2º Congresso Latino-americano de Vocações


O Departamento de Vocações e Ministérios do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), em comunhão com outros organismos eclesiais, organiza o 2º Congresso Latino-americano de Vocações, a realizar-se entre os dias 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2011, em Cartago, Costa Rica.

Segundo os organizadores do Congresso, o objetivo do mesmo será “fortalecer a cultura vocacional para que os batizados assumam seu chamado de ser discípulo missionário de Cristo nas circunstâncias atuais da América Latina e Caribe”.

Os bispos responsáveis e secretários executivos para a Animação Vocacional no Continente, reunidos de 03 a 07 de novembro de 2008, em São Pedro Sula, Honduras, juntamente com representantes das Pontifícias Obras das Vocações Sacerdotais e da Congregação para a Educação Católica, do Vaticano, tomaram a sério o desejo de Aparecida de promover e coordenar diversas iniciativas vocacionais.

“O Congresso se propõe ser uma resposta aos desafios de Aparecida, pois no que se refere à formação dos discípulos e missionários de Cristo, ocupa lugar particular a pastoral vocacional, que acompanha cuidadosamente todos os que o Senhor chama a servir à Igreja no sacerdócio, na vida consagrada ou no estado de leigo. A pastoral vocacional, que é responsabilidade de todo o povo de Deus, começa na família e continua na comunidade cristã, deve dirigir-se às crianças e especialmente aos jovens para ajudá-los a descobrir o sentido da vida e o projeto que Deus tem para cada um, acompanhando-os em seu processo de discernimento”, afirma os representantes do CELAM.

É importante destacar que cada Conferencia Episcopal deve coordenar sua participação no evento e formar uma delegação que a represente. Neste sentido, durante o 3º Congresso Vocacional do Brasil, realizado nos dias 03 a 07 de setembro de 2010, em Itaici (SP), foram distribuídas as fichas de inscrições.

Do Brasil, participarão 51 delegados, entre presbíteros, religiosos e leigos.

FONTE: CNBB

LISTA DOS AGENTES PASTORAIS, BISPOS, SACERDOTES, RELIGIOSOS, RELIGIOSAS E LEIGOS ASSASINADOS EM 2010

Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Como sempre, no final do ano, a Agência Fides publica uma lista dos agentes pastorais que perderam a vida de modo violento ao longo dos últimos 12 meses. Segundo os nossos dados, foram assassinados 23 agentes pastorais em 2010: 1 Bispo, 15 sacerdotes, 1 religioso, 1 religiosa, 2 seminaristas e 3 leigos.

Analisando a lista por continente, ainda este ano com um número extremamente elevado, consta em primeiro lugar a AMÉRICA, banhada pelo sangue de 15 agentes pastorais: 10 sacerdotes, 1 religioso, 1 seminarista, 3 leigos. Segue a ÁSIA, com 1 Bispo, 4 sacerdotes e 1 religiosa mortos. Enfim, a ÁFRICA, onde um sacerdote e um seminarista perderam a vida de modo violento.
Links:
DADOS, COMENTÁRIOS E APROFUNDAMENTOS SOBRE AGENTES PASTORAIS MORTOS NOS ÚLTIMOS ANOS PODEM SER ENCONTRADOS NO NOSSO SITE:
http://www.fides.org/index.php?lan=por

AMÉRICA/BRASIL - Novos compromissos da Campanha contra a violência e o extermínio de jovens no Brasil

Salvador (Agência Fides) – A Conferência Episcopal Brasileira publicou uma nota, cuja copia foi enviada à Agência Fides, sobre a Campanha contra a violência e o extermínio de jovens. A nota destaca as iniciativas promovidas para aprofundar o debate com a sociedade e elaborar propostas concretas para enfrentar a violência, além de recordar as prioridades da Campanha nos próximos anos. Segundo a avaliação da coordenação nacional, elaborada em um encontro realizado nos dias antecedentes ao Natal, discutiram-se propostas para construir novos horizontes. Neste encontro, foram também analisadas as perspectivas do primeiro ano da Campanha e ressaltados os desafios do próximo período. Em 2011, o plano prevê a publicação do “texto-base” em abril, um workshop nacional em agosto e a primeira Semana Nacional de ação contra a violência e o extermínio da juventude em novembro, antes do Dia Nacional da Consciência Negra. Outro objetivo do plano é preparar a Marcha nacional da Campanha, prevista para julho de 2012, em Brasília. No âmbito da estratégia, há também atividades já em atuação pela Pastoral da Juventude (Semana da Cidadania, Semana do Estudante e Dia Nacional da Juventude), orientados pelos temas da Campanha. Todas as iniciativas têm o objetivo de continuar a sensibilizar a sociedade e condenar o extermínio de jovens brasileiros. Outro desafio é ampliar o diálogo com as forças sociais envolvidas para debater o tema da violência e propor um debate sobre o problema. “Refletir sobre temas como a droga, a violência na mídia, a brutalidade da polícia e a violência domestica, por exemplo, é fundamental para prosseguirmos” – diz o responsável da Coordenação da Campanha, Felipe da Silva Freitas.
Inaugurada em novembro de 2009, a Campanha é uma iniciativa da Pastoral da Juventude do Brasil, com o apoio do Setor Juvenil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A intenção é discutir as diversas formas de violência contra os jovens, denunciar o homicídio de milhares de jovens no país e acionar iniciativas que possam mudar esta realidade. Com um índice de 51,7 homicídios em 100.000 pessoas, o Brasil é o terceiro país em número de homicídios de jovens no mundo, depois de Colômbia e Venezuela. O Segundo boletim da Rede de Informação Tecnológica latino-americana (RITLA) afirma que diariamente, morrem em média no Brasil 54 jovens vítimas de homicídio.
(CE) (Agência Fides 03/01/2011)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Padre Marcelo Gualberto é novo secretário nas POM



No dia 04 de dezembro no Encontro de Avaliação do Plano Pastoral da Diocese de Uruaçi/GO, que há um ano está sendo aplicado, onde estava presente representantes de toda a nossa diocese 135 lideranças entre padres, seminaristas, religiosas, consagrados e leigos, nosso Bispo Diocesano Dom Messias comunicou e enviou o Pe. Marcelo Gualberto para um trabalho missionário nas Pontifícias Obras Missionárias em Brasília.


Pe. Marcelo Gualberto estava na reitoria do seminário desde 2009, agora irá residir a partir de fevereiro de 2011 em Brasília na sede das Pontifícias Obras Missionárias que é responsavél pela animação missionária em todo o Brasil.


FONTE: http://www.diocesedeuruacu.com.br

“Trabalho missionário é a alma da Igreja”, diz novo diretor nacional das POM


Foi nomeado no dia 23 de novembro, pela Congregação para a Evangelização dos Povos, no Vaticano, o novo diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, 51. Ele sucederá o monsenhor Daniel Lagni, que exerceu a função por 11 anos. Padre Camilo pertence ao clero diocesano da diocese de Caxias do Sul (RS). Atualmente ele é pároco em Jaurú, na diocese de Ji-Paraná (RO). Nascido no Rio Grande do Sul, ele foi ordenado padre em 1º de dezembro de 1986. Padre Camilo é filho de uma família de agricultores imigrantes italianos e tem outros dois irmãos sacerdotes.


Em entrevista à Assessoria de Imprensa da CNBB, o novo diretor nacional das POM falou sobre o trabalho que irá desempenhar a partir de fevereiro de 2011 até 24 de novembro de 2015, na entidade de animação, formação e cooperação missionária universal da Igreja Católica. “O trabalho missionário é sempre permanente, de continuidade e devemos prosseguir animando, formando, marcando presença e incentivando porque o trabalho missionário é a alma da Igreja”, disse o sacerdote.


Ainda durante a entrevista, padre Camilo falou sobre seu trabalho missionário, realizado em Moçambique, na África, decisivo para sua nomeação para as POM, experiência que ele também exerce no Brasil. “O trabalho em Moçambique foi uma grande experiência missionária que eu gostaria que muitos pudessem fazer, se desafiassem a dar um tempo a si mesmo, assim também como o trabalho na Igreja no Brasil, no Rio Grande do Sul, na Ilha do Marajó, no Pará, e nos últimos anos em Rondônia, que me ajudaram a ter uma experiência missionária. Se esses trabalhos vão me ajudar a desempenhar o papel nas POM, que Deus seja louvado”, enfatizou padre Camilo. Ouça o áudio, abaixo.


Entrevistamos também o monsenhor Daniel Lagni, que está deixando a direção nacional das POM. Ele citou alguns dos trabalhos relevantes desenvolvidos ao longo de 11 anos à frente da entidade. “Destaco a realização de dois congressos missionários nacionais, dois congressos de nível continental, o congresso nacional de seminaristas, realizado em julho deste ano, entre outros”, sublinhou o monsenhor. Ele também agradeceu a algumas pessoas, o tempo que passou nas POM. “O que aconteceu de bom ao longo de 11 anos à frente das POM, não é fruto apenas de uma pessoa, embora seja necessário alguém para articular, mas há muitas pessoas ligadas a este trabalho desde os comires, comina, a dimensão missionária da CNBB, CRB [...]”, completou.



FONTE: CNBB

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Projeto de iniciativa popular em defesa da vida é lançado pela Diocese de Taubaté



A Diocese de Taubaté lnaçou no ultimo sabado dia 27 de novembro o projeto de iniciativa popular em defesa da vida. Dois momentos marcaram o lançamento do Projeto de Iniciativa Popular em defesa da vida, desde a concepção, proposto pela Diocese de Taubaté. Primeiro, no final da manhã, durante a XII Assembléia Diocesana de Evangelização e Pastoral, em que reuniu párocos, vigários, diáconos, coordenadores dos Conselhos Paroquiais, movimentos e comissões diocesanas, religiosos e leigos. O Bispo da Diocese de Taubaté exortou os presentes a aderirem ao Projeto de Iniciativa Popular, com muito mais de 300.00 assinaturas. “Podemos chegar a três milhões de assinaturas no estado de São Paulo!” O Prof. Hermes Rodrigues Nery (Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida) explicou aos presentes a importância da iniciativa popular e a contextualização da defesa da vida no Brasil. A proposta foi bem recebida por todos e muitos se prontificaram em coletar as assinaturas em suas paróquias. Depois, às 16 horas, em Missa Solene na Catedral de Taubate, cuja liturgia ficou por conta da Comissão Diocesana em Defesa da Vida, presidida por Dom Carmo João Rhoden, concelebrada pelo Pe. Ethewaldo L. Naufal Júnior (Padre Assessor da Comissão em Defesa da Vida) e o Pe. Marco Eduardo Jacob Silva (pároco da Catedral de Taubaté). A Vice-Coordenadora da Comissão Diocesana em Defesa da Vida, Antonia Helena Couto Silva também participou da celebração. Dom Carmo João Rhoden foi o primeiro a assinar o Projeto de Iniciativa Popular. Pouco antes, várias mulheres grávidas que estavam no altar se juntaram ao bispo, ao que o Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida perguntou: “Vocês acreditam que o que vocês trazem em seu ventre não é já um ser humano? Ou só depois que nascem?” E todas elas responderam que sim, que traziam em seu ventre um ser humano, e por isso já eram mães, só por estarem grávidas. Foi um momento de emoção e júbilo, de valorizaçao da vida nascente. “Que voz defenderá aquele que é o mais fragilizado, a vida humana nascente, totalmente indefesa?” Indagou o Coordenador. E completou Dom Carmo, em sua fala: “O mundo está cheio hoje de muitos Herodes!”
Em seguida, o bispo da Diocese de Taubaté fez a consagração a Nossa Senhora, ajoelhado com os padres concelebrantes, orou a oração a Virgem Maria, do final da Encíclica do papa João Paulo II, Evangelium Vitae: “A Vós Maria, confiamos a causa da vida!”. Cada mulher grávida, recebeu uma imagem de Nossa Senhoras das Graças, das mãos de Dom Carmo.

Todas as paróquias da Diocese de Taubaté recolherão as assinaturas, e reenviarão para o Secretariado Diocesano de Pastoral, que reencaminhará os formulários ao Seminário Cura d’Ars, que ficarão aos cuidados do Padre Ethewaldo L. Naufal Júnior. Quando tiverem chegado a 300 mil assinaturas, marcaram uma data para entregar o abaixo-assinado ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e ao Governador eleito Geraldo Alckmin.

200 milhões de cristãos são perseguidos por todo mundo



O Relatório 2010 sobre a liberdade religiosa no mundo, elaborado pela organização internacional com sede na Alemanha, Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), uma verdadeira radiografia do estado da liberdade religiosa em 194 países do mundo, foi apresentado, como se faz a cada dois anos, esta semana em Roma.

O relatório chega à conclusão de que quase 400 milhões de fiéis no mundo são discriminados ou perseguidos por sua religião, dos quais 200 milhões são cristãos. Em 23 de novembro o relatório da AIS foi apresentado em Madrid.

O relatório indica que na Europa, os católicos não são perseguidos embora sejam objeto de deboche e gozação. Do anterior relatório, a situação não melhorou, conforme põe de manifesto esta benemérita organização que oferece ajuda a cristãos de todo o mundo, em projetos de apoio a Igrejas locais, como bolsas de estudo para sacerdotes, apóio à construção de igrejas, tradução de livros, etc.

AIS sustenta que a tendência crescente à perseguição e discriminação pela religião que se professa se deve tanto à radicalização do mundo islâmico, como à "cristãofobia", e à facilidade com que se ridiculariza a Igreja em alguns países desenvolvidos.

Ao apresentar o relatório, Javier Menéndez Ros, diretor da AIS na Espanha, e o missionário salesiano no Paquistão, Miguel Angel Ruiz, citaram o que disse Bento XVI na véspera da beatificação do Cardeal Newman: "Em nosso tempo, o preço que deverá ser pago pela fidelidade ao Evangelho já não é ser enforcado ou esquartejado, mas sim freqüentemente implica ser excluído, ridicularizado e objeto de deboche".

O relatório analisa a situação em 194 países, com problemas em uns noventa, entre eles vários dos mais povoados do mundo: China, Índia, Indonésia, Rússia e Paquistão. A piora da situação, conforme sublinhou Menéndez, deve-se especialmente a uma maior radicalização no âmbito muçulmano, com maior fanatismo, intolerância e vexames sofridos por praticantes de outras religiões.

Os países onde maiores violações à liberdade religiosa são produzidas são a Arábia Saudita, Bangladesh, Egito, Índia, China, Uzbequistão, Eritréia, Nigéria, Vietnam, Iêmen e Coréia do Norte.

Menéndez sublinhou que "onde não existe a liberdade religiosa não existe a liberdade democrática", e recalcou "a obrigação de qualquer ser humano de respeitar o direito ao culto, a evangelizar e a viver de acordo com sua fé".

No Egito está em vigência uma lei de liberdade religiosa mas os cristãos sofrem discriminações e ataques, segundo AIS, permitidos pelo governo de Hosni Mubarak.


Fonte: www.acidigital.com