terça-feira, 3 de maio de 2011

Celebração de 01 ano da Páscoa do Pe. Edson Assunção


Na manhã desta terça-feira, dia 03, por volta das 07h30, na Sede Nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília a Missa em memória do saudoso Pe. Edson Assunção dos Santos Ribeiro. Estiveram presentes 26 pessoas representando os funcionários da casa e também os movimentos das Equipes de Nossa Senhora e Eureka na qual o referido padre acompanhava.


A missa foi celebrada pelos padres André Luiz de Negreiros e Marcelo Gualberto, secretarios nas POM's, na oportunidade foi lembrado o compromisso assumido pela Infância e Adolescência Missionária do Brasil de plantar uma árvore simbolizando a vida e lembrando o antigo secretário da IAM em sintonia também com as campanhas da Fraternidade e Missionária deste ano.


"De todas as crianças e adolescentes do mundo, sempre amigos!"


Pe. André Luiz de Negreiros
Secretário Nacional da Pontifícia Obra da IAM

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Comissão Diocesana em Defesa da Vida participa do 4º Encontro de Legisladores e Governantes em Defesa da Vida


A Comissão Diocesana em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté participou no ultimo dia 27 de abril da reinstalação da Frente Parlamentar em Defesa da Vida no Congresso Nacional.

Na ocasião a Diocese de Taubaté propôs a PEC pela Vida à Frente Parlamentar em Defesa da Vida, no 4º Encontro de Legisladores e Governantes em Defesa da Vida, realizado no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília, na manhã de 27 de abril.

A proposta foi sugerida pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery, coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, que coordena também a campanha “São Paulo pela Vida”, que visa incluir na constituição estadual, o direito a vida, desde a fecundação, por iniciativa popular. Durante seu pronunciamento, na tribuna, ele fez um apelo aos deputados federais presentes, para que somasse esforços na inclusão do direito à vida, desde a concepção até a morte natural, na Constituição Federal, explicitando no art. 5º da Carta Magna, a inviolabilidade da vida humana, “desde a fecundação”.

A proposta foi acolhida pelo presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida, Deputado Federal Salvador Zimbaldi, que assumiu o compromisso de trabalhar nesse sentido, nesta legislatura.

Em sua fala, o Prof. Hermes também chamou a atenção ao caráter ideológico do projeto Rede Cegonha, do Governo Federal, cujos princípios expostos pela representante do Ministério da Saúde, Maria Ester de Albuquerque Villela, “estão pautados na ideologia de gênero, na contracepção e nos direitos sexuais e reprodutivos, princípios estes contidos no PNDH3(Plano Nacional dos Direitos Humanos), que buscam num futuro próximo tornar o aborto como direito humano”.

FONTE: http://diasimdiatambem.wordpress.com/2011/04/29/emenda-constitucional-pela-vida/

terça-feira, 26 de abril de 2011

Jornal do Vaticano publica Revista especial sobre o João Paulo II .


O jornal vaticano L’Osservatore Romano informou que publicará nesta quarta-feira, 27, um especial de 100 páginas, totalmente a cores, por ocasião da beatificação do Papa João Paulo II (no próximo dia 1º de maio), e que estará disponível em italiano, polonês, inglês, espanhol, alemão, francês e português.

Esta revista, explicou o L’Osservatore Romano, foi impressa em sete países dos quatro continentes: Austrália, Brasil, Canadá, Índia, Itália, Reino Unido e Espanha, com uma edição total de quase 400 mil cópias.

Além do testamento de João Paulo II e a homilia da Missa de exéquias do então cardeal Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), a revista apresenta outras homilias do pontífice lembrando o papa polonês, além de artigos, entrevistas e uma detalhada cronologia.

Esta revista, conclui a nota, busca ser “uma homenagem a um cristão exemplar e um grande bispo de Roma protagonista de um pontificado que já entrou na história. O especial é um verdadeiro número de coleção, ilustrado por belíssimas e raras fotografias”.

Fonte: CNBB

Pontifícias Obras Missionárias realizam 1ª Semana Missionária para Formadores de Seminário .


No fim do mês de maio, dias 23 a 27, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) promovem, em sua sede nacional, em Brasília, a 1ª Semana Missionária para Formadores de Seminário. A formação terá a assessoria do diretor do Centro Cultural Missionário (CCM), padre Estêvão Raschietti; do fundador do Instituto Jesus Missionário dos Pobres, padre Gervásio Queiroga; e da equipe nacional das POM.

O objetivo da Semana, de acordo com o secretário nacional da Pontifícia União Missionária, padre Sávio Corinaldesi, responde à Mensagem do papa Bento XVI para o Dia Missionário Mundial que pede atenção à dimensão missionária da Igreja.

Ainda segundo padre Sávio, a ideia da realização da Semana Missionária para Formadores de Seminário surgiu a partir dos anseios do 1º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas, realizado em julho de 2010. “Os seminaristas observaram durante aquele Congresso a necessidade dos formadores também ouvirem sobre a formação missionária. Foi mais um apoio para realizarmos esta formação”, lembrou o secretário.

Os interessados em participar da Semana ainda podem se inscrever pelo link clicando aqui (link www.pom.org.br) ou pelo e-mail uniao@pom.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

1ª Semana de Formação Missionária para Párocos e Vigários

Após a Formação para Formadores de Seminário, as POM realizam a 1ª Semana de Formação Missionária para Párocos e Vigários, nos dias 6 a 10 de junho. As vagas, porém, já estão esgotadas, mas a organização já deu início à escolha de uma nova data, no segundo semestre de 2011, para realizar a 2ª Semana de Formação Missionária para Párocos e Vigários, para aqueles que não conseguiram se inscrever na 1ª Semana. Outras informações acesse o site das Pontifícias Obras Missionárias no endereço eletrônico: www.pom.org.br.

Fonte: CNBB

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Beatificação de João Paulo II


No próximo dia 1º de maio, a cidade de Roma receberá novamente uma multidão de peregrinos, tão grande, ou até maior que aquela que acompanhou, há 6 anos, o funeral do papa João Paulo II. Desta vez, não será por motivo de luto, mas para presenciar com muita alegria a beatificação do mesmo papa, por decisão de Bento XVI, seu colaborador direto durante longos anos e também imediato sucessor.
Quando a Igreja beatifica algum de seus filhos, reconhece e proclama oficialmente as suas virtudes exemplares, a autenticidade e o vigor de sua fé e a contribuição efetiva que deu para a vida e a missão da própria Igreja; declara também que foi um seguidor de Cristo altamente qualificado, que viveu de modo excelso o que se esperaria de todos os cristãos: a fé e a união firme com Deus, o amor ao próximo, a retidão de vida. Por isso mesmo, quem é beatificado ou canonizado também é proposto como exemplo e estímulo para os demais cristãos.


O papa João Paulo II viveu uma infância simples e sofrida na sua Polônia; perdeu a a mãe quando ainda era criança e o pai, quando era jovem; trabalhou duro como operário, suportou os horrores da 2ª. grande guerra e do regime comunista no seu país. Desde pequeno, cultivou profunda fé em Deus e amor ao próximo; espírito aberto, cultivou amizades até o fim da vida com membros da comunidade judaica, pela qual tinha grande apreço. Sacerdote exemplar e idealista, bispo dinâmico e profundamente apostólico, ele participou ativamente do Concílio Vaticano II e também se empenhou pela sua reta interpretação e aplicação.

Eleito papa em 1978, governou a Igreja Católica por quase 27 anos e marcou-a por sua determinação em renovar por dentro sua vida e organização, atento às novas necessidades e desafios, mas também zeloso pela fidelidade à natureza e missão próprias da Igreja. Foi um papa missionário e em seu pontificado fez numerosas viagens e visitas a quase todos os países do mundo; manteve contatos com governantes, representantes de religiões, expoentes do mundo da cultura e de organizações sociais; foi ao encontro dos jovens, doentes e pobres; defendeu e promoveu o papel insubstituível da família e defendeu a dignidade da mulher e da pessoa idosa. A todos convidava a "abrir as portas a Cristo Jesus".

Na sua responsabilidade de sucessor do apóstolo São Pedro, à frente da Igreja Católica, procurou "confirmar os irmãos na fé", transmitindo firmeza e confiança em tempos difíceis, marcados por correntes de pensamento e práticas nem sempre harmonizáveis sobre o papel da Igreja no mundo e até sobre questões de fé e de moral. Estimulou as dioceses e organizações locais da Igreja a assumirem seu papel na cultura e na vida dos povos; incentivou a formação do clero e dos religiosos e encorajou as organizações do laicato.

Na celebração do grande Jubileu do 3º milênio do nascimento de Cristo, conclamou os cristãos e todos os povos à reconciliação e a dar-se o perdão; ele mesmo deu o exemplo, pedindo o perdão pelos erros e pecados cometidos ao longo da história pelos filhos da Igreja e indo ao encontro de quem tentara assassiná-lo na praça de São Pedro, para levar-lhe sua palavra de perdão. Foi de longe o papa que mais deixou escritos e ensinamentos sobre temas da fé e da moral católicas, sobre a vida quotidiana da Igreja e também sobre questões de justiça e paz na convivência entre os povos. Entre suas várias encíclicas, destacam-se duas sobre a Doutrina Social da Igreja - Solicitudo rei socialis e Centesimus annus, nas quais atualiza o pensamento ético da Igreja a respeito das questões sociais, políticas e econômicas.

Durante seu longo pontificado, acompanhou de perto as grandes mudanças culturais e políticas acontecidas na virada do milênio, quando a convivência humana no mundo inteiro foi sendo mais e mais globalizada. Ele mesmo foi, inegavelmente, um dos protagonistas destas mudanças e também contribuiu de modo decisivo para a queda dos regimes totalitários no leste europeu.

Reconhecidamente, foi uma grande autoridade moral para toda a família humana; sua solicitude, não apenas religiosa, voltou-se para onde quer que houvesse sofrimento e urgência de solidariedade; clamava continuamente pela paz e pelo respeito à dignidade da pessoa humana; um de seus maiores sofrimentos era ver que, apesar das terríveis experiências já vividas pela humanidade com as guerras, a voz do diálogo ainda era sufocada pela linguagem das armas. A liderança moral de João Paulo II apareceu de maneira inequívoca durante seu funeral quando, na praça de São Pedro, reuniram-se, além de uma multidão imensa, também chefes de Estado e líderes religiosos, como nunca antes se havia visto; autoridades de países em guerra estavam lado a lado, de maneira bem composta, a prestar homenagem ao papa falecido, como a demonstrar que as diferenças ideológicas, os interesses econômicos e a força das armas não precisam ter a última palavra; o papa representava a figura paterna, que foi capaz de reunir, ainda que por um momento, todos os filhos, deixando esperar que as aspirações à paz, à fraternidade e ao respeito recíproco não são um sonho impossível.


A Igreja Católica vê nos seus bem-aventurados e santos também especiais intercessores junto de Deus e ensina que podemos recorrer a eles em nossas necessidades. O papa João Paulo II, que tanto bem quis a todos os povos, continue a interceder lá no céu pelo bem de toda a humanidade, especialmente pelos povos em guerra e pelos que necessitam de maior solidariedade de nossa parte.

* Card. Odilo P. Scherer é Arcebispo de São Paulo. Publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO, ed. de 09.04.2011

Fonte: www.cnbb.org.br

Mortalidade infantil tem redução de 30% em uma década

A taxa de mortalidade infantil em crianças com menos de 1 ano teve uma redução de 30%, de 2000 a 2009, tendo passado de 21,2 óbitos por mil nascidos vivos para 14,8 óbitos, em 2008.

Os dados são do "3° Relatório Um Brasil para as Crianças e Adolescentes", da "Fundação Abrinq-Save the Children". O relatório mostra ainda que, no período, houve uma redução de 29,7% nos óbitos de crianças menores de 5 anos, já que, em 2000, foram registrados 24,7 óbitos por mil nascidos vivos e, em 2.008, essa taxa declinou para 17,4 óbitos.

No entanto, seria necessário que a redução tivesse alcançado o percentual de 66% para se adequar às metas do documento "Um Mundo para as Crianças", assumido pelo Brasil, em 2002, na Assembleia Geral das Nações Unidas. O documento reúne uma série de compromissos assumidos pelo governo federal, como a melhoria dos indicadores relacionados à infância e adolescência.

Em 2006, a Abrinq criou o "Projeto Presidente Amigo da Criança" com o objetivo de acompanhar as políticas públicas implementadas pelo governo na área.

O relatório, apresentado hoje (11) pela Abrinq, mostra que, de 1999 a 2008, o percentual de crianças alimentadas exclusivamente com leite materno até 6 meses de vida aumentou em 320%. Sobre o ensino, o relatório aponta que 95% dos 27,5 milhões de crianças e adolescentes brasileiros têm acesso ao ensino fundamental. Esse percentual representa, aproximadamente, 26 milhões de crianças frequentando esta etapa da educação básica.

Com relação ao trabalho infantil, em 2001, havia 3 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 15 anos ocupados. Em 2009, este número caiu para 2 milhões, resultando em uma redução de 33% do trabalho infantil no Brasil. Em 2009, 9,2% das crianças e adolescentes de 10 a 15 anos estavam ocupados. Esse índice diminuiu 33% em relação a 2001.

Sobre o combate ao HIV/aids, houve queda de 44% do número de novos casos de aids em jovens de 15 a 24 anos, passando de 2.780 casos notificados, em 2000, para 1.549 novos casos, em 2008.

Segundo a administradora da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira, os avanços obtidos nos últimos oito anos devem ser comemorados, mas é preciso voltar os olhos para os desafios relacionados à qualidade da educação, ao aumento do acesso ao ensino infantil e à redução da mortalidade. "Chama a atenção o percentual de crianças que tem aleitamento materno e a redução do HIV em populações jovens. Temos que comemorar a redução de crianças no trabalho infantil".

Para Heloisa, é preciso aperfeiçoar o sistema de atenção à saúde da mulher gestante e dos recém-nascidos. "Muitas crianças, hoje ainda, morrem de afecções respiratórias, muito ligadas aos primeiros dias de vida", observou.

A administradora considera que é preciso investir na abertura de creches para que as mães possam trabalhar com tranquilidade enquanto as crianças estão bem cuidadas. "A qualidade do ensino também permanece como um desafio sem limites na educação brasileira. Comemoramos as crianças na escola, mas precisamos de escolas com mais qualidade", disse.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 24 de abril de 2011

"Em comunhão com nossos irmãos do Brasil" - Secretária Nacional da IAM na Argentina envia mensagem

Após o atentado ocorrido no dia 08 deste mês, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro (RJ), a Secretária Nacional da Infância e Adolescência Missionária da Argentina, Ir. Marcela, enviou uma nota de solidariedade. Confira:





En comunión con nuestros hermanos de Brasil


"Como IAM de Argentina, queremos acompañar, en este momento de gran dolor, al pais hermano de Brasil, ofreciendo nuestra oración diaria, sacrificios e intenciones por los niños, adolescentes fallecidos en la tragedia en Río de Janeiro y por sus familias.
Que María, Madre Buena, cobije a todos bajo su manto de amor y misericordia y nos regale la gracia de valorar la Vida que Dios nos regala para ser ofrecida.
De los niños y adolescentes del mundo, ¡siempre amigos!"
Hna Marcela




Em Comunhão com nossos irmãos do Brasil


"Como IAM da Argentina, queremos acompanhar, neste momento de grande dor, ao pais irmão do Brasil, oferecendo nossa oração diária, sacrifícios e intenções, pelas crianças e adolescentes, falecidos na tragédia no Rio de Janeiro.
Que Maria, Boa Mãe, cubra a todos de baixo do seu manto de amor e misericórdia e nos de a graça de valorizar a vida que Deus nos da para ser oferecida.
Das crianças e adolescentes do todo o mundo, sempre amigos!"
Ir. Marcela