sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Avaliação marca início da Assembleia da IAM


As Pontifícias Obras Missionárias (POM) deram início à 16ª Assembleia Nacional de Coordenadores Estaduais da Infância e Adolescência Missionária (IAM). O evento acontece na sede das POM, em Brasília, e reúne 25 participantes de todos os estados do país. Na tarde de hoje, 9, o diretor da entidade, padre Camilo Pauletti, falou aos participantes sobre a organização e dinâmicas do 3º Congresso Missionário Nacional de Palmas, que acontece em julho do próximo ano.

O secretário nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária, padre Marcelo Gualberto, relatou os trabalhos desenvolvidos ao longo de 2011 e as diversas formações feitas pelo Brasil inteiro. De acordo com ele, a caminhada da JM está dando frutos por todo Brasil. O secretário lembrou que a Assembleia da JM será realizada no próximo fim de semana. Ano passado teve a participação de 23 coordenadores estaduais da Juventude Missionária. A previsão é que aumente este ano. “Foi um ano muito proveitoso de intensos trabalhos que resultaram em experiências bonitas por todo o nosso Brasil. As dificuldades existem, claro, mas sem elas nós não crescemos”, avaliou o ano padre Marcelo em sua exposição.

Para a coordenadora da IAM no estado do Amapá, Silvia Maria, que trabalha à frente da Obra há 16 anos, o encontro apresentou logo nesse primeiro dia de atividades que será proveitoso com possibilidades de aprendizado para todo o grupo. “Serão alguns poucos dias de estudo, formação e aprendizado com esse grupo. Este ano temos muitos rostos novos que já somam conosco na IAM do Brasil”, disse. Também está animada com o encontro a coordenadora no estado do Ceará, Arlane Markely. “Gostei das dinâmicas do encontro. A programação está bem organizada e os momentos de espiritualidade que teremos irão fazer bem a todo o grupo presente”, afirmou. “Um encontro como esse é importante porque passamos a perceber que não estamos sozinhos nas bases, mas sim numa rede de aprendizado e planejamento para que façamos um bom trabalho para a Infância e Adolescência Missionária”, pontuou Rudson Adriano, da diocese de Caxias do Sul (RS).

Ainda no período da tarde, o secretário nacional da Pontifícia União Missionária e São Pedro Apóstolo, padre Sávio Corinaldesi, fez algumas considerações e informações sobre como andam as duas Obras que ele está à frente. Da mesma forma, também avaliou a caminhada em 2011 o secretário da IAM, padre André Luiz de Negreiros, ao falar dos encontros realizados ao longo do ano por todo o país.

O dia de atividades encerrou com um momento de oração ao redor da casa. Na manhã deste sábado, o ex-diretor das POM nos anos de 1989 e 1999, padre João Panazzolo, irá fazer o momento de espiritualidade do encontro. As atividades têm início a partir das 7h com a celebração da santa missa.

FONTE: POM

ÁFRICA/COSTA DO MARFIM - No país africano, a cada 36 horas uma criança sofre violência


Passado um ano da crise pós-eleitoral, na Costa do Marfim, foi registrado um total de 1.121 vítimas de violências sofridas por mulheres, meninos e meninas. Segundo o relatório "Vulnerabilidade, violência e graves violações dos direitos da infância. Relatório sobre o impacto da crise pós-eleitoral na tutela da infância na Costa do Marfim", publicado por Save the Children, Unicef e organizações locais que trabalham para a proteção dos menores, a cada 36 horas no país africano uma criança sofre violência.

O relatório reúne todos os casos de violações dos direitos registrados entre novembro de 2010 e setembro de 2011. Entre elas, mutilações, recrutamento ou uso de menores por parte de grupos armados, ataques a escolas e hospitais, violências sexuais, sequestro ou bloqueio das ajudas humanitárias para os menores. Entre os 1.121 casos registrados, 643 foram cometidos contra meninos e meninas, inclusive 182 casos de violência sexual. Segundo os dados, dois terços do total das vítimas são meninas, 60% das quais têm menos de 15 anos; 213 são casos de violência sexual; 45 de menores envolvidos em grupos armados; 79 menores mutilados ou feridos; 41 mortes infantis por arma de fogo, bombas, etc; 10 são casos de sequestros. Infelizmente, a maior parte dos casos não é registrada e, consequentemente, as violências são muito mais numerosas.

No relatório se evidencia um incremento significativo das violências entre os meses de março e abril deste ano, momento de máxima crise nas regiões mais atingidas pelos confrontos. A maior parte dos crimes permanece impunida e, não obstante se conheça a identidade dos autores de quase a metade dos crimes, foram realizados somente 52 processos. Muitos ainda têm medo de denunciar os culpados.

FONTE: Agência Fides - 07/12/2011

Vi crianças...

Todos, desde sempre, vemos crianças: na família, pela rua, na escola, nos campos de jogos... Sempre vemos crianças; somente que às vezes, contudo, não nos detivemos para estender-lhes a mão, para falar com elas, para ouvir o que elas tinham para dizer... às vezes passamos à distância, com indiferença, sobretudo se as crianças que estavam à nossa frente era crianças de rua, filhos de ninguém, crianças desconhecidas e deserdadas...

Vi crianças lindas nascidas em maternidades, crianças desnutridas, crianças que passeavam por mercados sórdidos, crianças elegantes, crianças vestidas de trapos, com os pezinhos reduzidos a chagas por causa dos parasitas, crianças suadas, apestadas, que lutam para sobreviver. Vi crianças frequentarem a «escola» do alcoolismo, porque ninguém lhes paga a mensalidade escolar. Vi crianças caminharem por todas as partes, em busca de algo para comer, nos latões de lixo, e depois de um lugar onde dormir, debaixo das pontes.

Vi crianças-soldado com uniformes tão grandes que as engoliam, crianças que eram lançadas no chão pelo rebote do seu «kalashnikov». Eram intratáveis e tinham o gatilho fácil.

Vi crianças vítimas da AIDS, que cometeram o pecado de nascer de pais que contraíram esta enfermidade. Vi seus olhos perdidos nas órbitas, sua pele pegada aos ossos e a cabeça maior que o restante do seu corpo.

Vi crianças errantes, desalojadas; para afastá-las acusaram-nas que estavam endemoninhadas.

Vi crianças brigar por um pedaço de pão, queixar-se ou chorar um seu companheiro... Alguém se põe à sua escuta? Contudo, elas falam. Falam através do modo como se movem, com os olhares que lançam ao seu redor, da forma como se vestem, com sua debilidade, com sua linguagem singular... Dizem-nos o que são o que pensam a respeito da vida e da morte, da solidão e do frio, da fome e da nudez... Manifestam sua alegria, sua tristeza e sua própria angústia: expressam principalmente sua irritação... Dizem o que pensam da sociedade que os circunda. «Oh, como é malvado o mundo dos adultos!».

Vi um monstro na maternidade de Kalemba Mulumba em Kananga, os desamados de Bakwadianga em Mbujimyi, os filhos de um deus menor em Lubumbashi, sobre os tetos dos trens... Sobre os tetos dos trens em movimento, correm destemidos, porque já nada temem. Vi crianças agarradas a caminhões em movimento e vi o corpo inanimado de um menino, em uma queda mortal de uma caminhonete que corria velozmente...

Admirei sua coragem, a solidariedade que as une, seu engenho. Admirei sua resistência física, embora muitas delas já tenham morrido. Admirei como sabem conciliar a solidariedade à lei da selva, a angústia à inconsciência, a fragilidade à força, o risco à vontade de viver.


Vi salas de aula sem tetos nem janelas, sem piso e sem pastas. Vi alunos sentados no chão nas salas de aula; vi crianças deitadas de barriga no chão para escrever suas tarefas na escola. Vi estudantes sem folhas, sem lapiseira nem lápis. Vi alunos aglomerados em salas de aula minúsculas. Sim, vi muitas crianças! Vi também educadores de chinelos, pagos por crianças filhos de pais depauperados. Quem é que pensa nelas?

Encontrei uma dezena de religiosas que se encarregam de cuidar de algumas crianças. Dividem com estas últimas a própria casa, o pouco alimento de que dispõem. Suportam seus caprichos, sua má educação, seus modos feios, sua incapacidade de viver no meio do mundo, sua alegria e sua inocência, suas preocupações e suas angústias. Religiosas com o coração de uma mãe, religiosas cheias de afazeres, que não aguentam mais. Mas não existem ONGs que pedem e esbanjam fundos em nome de milhares de crianças?

Na Bíblia pude ler esta frase: «Aquele que recebe um destes pequeninos... em meu nome, é a mim mesmo que recebe» (Mt 18, 5); e também: «Meu filho, não deixes de ajudar o pobre... » (Eclo 4, 1-4).

Não são porventura pobres, necessitadas, indigentes, exasperadas, provadas... todas as crianças que pude ver? E é por acaso porque são bruxos, ou porque queremos esta em santa paz, que os rejeitamos? Ó, meu povo! Ó, minha Igreja! O que será amanhã destas crianças, filhos de ninguém, desconhecidas, abandonadas, desamadas, afastadas dos nossos lares, das nossas mesas e dos nossos leitos?

Cortesia de S. Ex.cia D. Vincent de Paul Kwanga 
(Bispo de Manono, ex-Diretor Nacional das POM, Kinhasa, Congo)
FONTE: Vaticano - http://www.vatican.va

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vai começar a 16ª Assembleia Nacional da IAM

Tem início na noite desta quinta-feira, 8, a 16ª Assembleia Anual dos Coordenadores Estaduais da Infância e Adolescência Missionária (IAM). O evento acontece na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) até domingo, 11, e reúne 25 participantes de todos os estados do Brasil, exceto de Mato Grosso e Paraná.

Na noite de quinta-feira o evento é aberto com um momento de oração dirigido por 30 crianças da IAM da paróquia São João Batista, do Gama (DF). Logo após há um momento de boas-vindas e apresentações dos participantes. Ainda na abertura serão divididas as tarefas da Assembleia.

As palestras serão ministradas pelos quatro padres das Pontifícias Obras Missionárias e pelo coordenador editorial das Edições – CNBB, padre Valdeir dos Santos Goulart. A manhã de espiritualidade será com o ex-diretor das POM durante o período de 1989 a 1999, padre João Panazzolo.

Também foram convidados a participar o diretor executivo do Centro Cultural Missionário (CCM), padre Estêvão Raschietti; a presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Márian Abrósio; e o arcebispo de Brasília, dom Sérgio da Rocha. A vencedora do Concurso de Desenhos da IAM, Mayara Pinheiro Mendes, 11, e sua mãe, Michele Pinheiro, também participarão do encontro.

A dinâmica da Assembleia ficou dividida em quatro momentos de acordo com a metodologia da IAM: realidade missionária (ver); espiritualidade missionária (iluminar); compromisso missionário (agir); vida de grupo (celebrar).

O secretário nacional da IAM, padre André Luiz de Negreiros, explicou como serão os momentos de trabalho e discussões do encontro. “Na parte do ver discutiremos o que foi avanço, dificuldade, e quais as esperanças. No iluminar entra o momento de espiritualidade missionária que teremos durante uma manhã voltada para o carisma da IAM que é a dimensão além-fronteiras. No agir entra o momento de formação sobre a espiritualidade da ação missionária e isso nos dá uma base para agir nos encontros estaduais, diocesanos e regionais. No celebrar, por sua vez, terá espaço o planejamento da IAM para 2012”, explicou o secretário. Padre André irá falar também sobre os 170 anos de existência da IAM que será celebrado em 2013. “Ano que vem eu já quero preparar para celebrarmos o Ano da Infância e Adolescência Missionária no Brasil e o assunto já será antecipado nesta Assembleia”, confirmou.

Confraternização
O momento de diversão do encontro ficou para sábado, 10, véspera do encerramento da Assembleia. De acordo com padre André a confraternização, chamada de “Noite Brasileira”, ficou dividida por macrorregiões do país: Nordeste, Sudeste, Norte, Sul e Centro-Oeste. Cada macrorregião irá fazer apresentações culturais e sociais.

Expectativas
A Assembleia vai ser um momento de estreitar os laços entre os coordenadores da IAM do Brasil, segundo padre André. Ele afirma também que será um momento de pensar o trabalho que está sendo desenvolvido pela Obra no país e projetar novos planos para os próximos anos. “O encontro vai ser um momento forte para reanimar as coordenações estaduais da IAM, planejar os próximos anos, avaliar a caminhada em 2011 e criar meios para que a IAM se espalhe cada vez mais de forma concreta sem perder o carisma e a metodologia. Esta é a primeira Assembleia que contamos com coordenadores estaduais presentes em todos os estados do país”, comemorou.

Outro ponto de destaque é que durante a Assembleia o secretário irá pedir aos coordenadores que a IAM, presente nas bases, celebre “Os Cantores da Estrela”. Trata-se de uma ação missionária desenvolvida pelas crianças com o objetivo de levar a evangelização às casas das famílias. As crianças são caracterizadas com os personagens bíblicos do Natal: os três reis magos, uma estrela, Maria e José e os anjos. “É um momento missionário das crianças evangelizarem de casa em casa tocando um sino. Elas devem levar a imagem do menino Jesus, desejar Feliz Natal e ainda pedir ajuda através dos cofrinhos missionários para as crianças carentes em todo o mundo que não podem celebram o Natal”.

FONTE: POM

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Propostas para o fortalecimento da dimensão missionária



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Nacionais
Escrito por Fúlvio Costa
Sex, 25 de Novembro de 2011 18:32

Animar o projeto das Igrejas-irmãs, expandir a Infância e Adolescência Missionária (IAM), fortalecer a organização dos diversos níveis dos Conselhos Missionários (Regionais, Diocesanos, Paroquiais), usar os meios de comunicação e as redes sociais para a animação missionária, participação nos cursos missionários oferecidos no Brasil, articular, acompanhar e partilhar as experiências missionárias, entre outros.

Os pontos acima foram alguns dos encaminhamentos finais da Semana de Formação sobre a Missão Continental e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) evento que aconteceu no Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília, entre os dias 22 e 25, e contou com a participação de um grupo de 60 pessoas, entre bispos, padres, religiosos e leigos, ligados à dimensão missionária.

A partir do tema “A Missão Profética da Igreja no Brasil”, norteador da Semana, o encontro discutiu o direcionamento dos trabalhos missionários à luz das DGAE. “Acredito que o encontro foi muito positivo, principalmente para a Missão Continental. Os assessores deram pistas muito importantes de como podemos dar continuidade ao projeto na Igreja no Brasil”, avaliou padre Sidnei Marco Dornelas, que foi cotado para assessorar a Comissão para a Missão Continental da CNBB.

Ao longo da semana houve espaço para a discussão e apresentação de vários temas que direcionaram para os objetivos do evento. Na abertura da Semana, o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, destacou três palavras-chaves do primeiro capítulo das DGAE: gratuidade, alteridade e encontro. Segundo ele, os pontos são elementos essenciais do cristianismo. “Entender e guardar essas palavras no coração faz de nós cristãos”, disse aos participantes. Dom Leonardo mostrou a dimensão espiritual e fundamental do documento a partir dessas três palavras.

No segundo dia, o assessor teológico do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) padre Paulo Suess, fez um contraponto ao primeiro dia do evento. Com uma reflexão crítica, ele procurou discernir e levantar elementos das DGAE fazendo uma comparação da caminhada missionária da Igreja no Brasil nos últimos 30 anos. “Estamos numa mudança de época. Como podemos responder a essa mudança de época se nós temos dificuldade de mudar nós mesmo?”, questionou o teólogo. “O que Deus quer falar nessa nova realidade?”, provocou.

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) fizeram uma exposição, no dia 24, sobre Missão Ad Gentes (Além-fronteiras). O secretário nacional da Pontifícia União Missionária e São Pedro Apóstolo, padre Savio Corinaldesi, destacou o pouco conteúdo sobre essa dimensão missionária presente no documento e refletiu sobre os desafios desse aspecto para a Igreja. “A Igreja precisa sair de si, ir em busca, se colocar à disposição”, afirmou. Completaram a exposição os secretários da Infância e Adolescência Missionária (IAM) e da Juventude Missionária (JM), respectivamente, os padres André Negreiros e Marcelo Gualberto, que falaram sobre os trabalhos desenvolvidos pelas POM.

Significado da missão para a Igreja

Para o secretário executivo do CCM, padre Estêvão Raschietti, um encontro como esse é indispensável porque possibilita a discussão dos elementos fundamentais do documento. “As Diretrizes jamais são um projeto pronto. É um plano sempre a ser definido com novos aportes. O texto não é o fim de tudo, mas o começo de uma nova reflexão”, frisou. Padre Estêvão refletiu sobre o significado da missão para a Igreja a partir das dimensões da missão: animação, nova evangelização, Ad Gentes e universal.

A diversidade e a troca de experiências entre os participantes foram os elementos agregadores do encontro para o bispo referencial da dimensão missionária no Regional Nordeste 5 da CNBB (Maranhão), dom Armando Martin Gutierrez. “O encontro foi rico pela diversidade de pessoas participantes: bispos, padres, leigos, religiosos. Nas partilhas apareceram experiências concretas dessa diversidade própria do Brasil. A experiência nas bases, a partilha da caminhada da missão com pessoas que já estão nessa área de serviço, favoreceu o momento de formação”, ressaltou.


Fonte: POM

VATICANO - A dor e a oração do Papa pela freira e pelo voluntário assassinados em Burundi

Cidade do Vaticano (Agência Fides) - O Santo Padre Bento XVI enviou uma Mensagem, através do Secretário de Estado, Card. Tarcisio Bertone, ao Bispo de Ngozi, à Congregação das Servas da Caridade de Brescia e à família e aos parentes de Francesco Bazzani, depois dos trágicos eventos de domingo, 27 de novembro, ocorridos na missão de Kiremba, pertencente à diocese de Ngozi (veja Fides 28/11/2011) quando, durante um roubo, foram mortos uma religiosa e um voluntário leigo, enquanto outra religiosa foi ferida.

"Ao tomar conhecimento com dor - escreve na Mensagem cuja cópia foi enviada à Agência Fides pela Nunciatura de Burundi - do assassinato de Ir. Lukrecija Mamic e de Francesco Bazzani, Sua Santidade Papa Bento XVI expressa suas sinceras condolências à Congregação das Servas da Caridade de Brescia, à família e aos parentes do senhor Bazzani, e a toda a comunidade diocesana de Ngozi. O Papa pede a Deus, Pai de toda misericórdia, de acolher no seu Reino esses mortos que consagraram a sua vida a serviço dos doentes e dos pobres, e de dar coragem e esperança à Ir. Carla Lucia Brienza, para que supere esta prova. No penhor do conforto espiritual, o Santo Padre envia de grande coração a Bênção Apostólica às irmãs da Congregação das Servas da Caridade, à família do senhor Bazzani e a todos aqueles atingidos por essas mortes brutais". (SL) (Agência Fides 29/11/2011)