segunda-feira, 30 de abril de 2012

Vem aí o 3º Congresso Missionário Nacional



Pe. Camilo Pauletti, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e Dom Pedro Brito Guimarães, Arcebispo de Palmas (TO), falam do 3º Congresso Missionário Nacional no Programa Bem-Vindo Romeiro, da TV Aparecida.

domingo, 29 de abril de 2012

AMÉRICA/BRASIL - "Defender os povos indígenas e sua terra, pois está em ato um verdadeiro genocídio": nota dos Bispos



Aparecida (Agência Fides) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou à Agência Fides a nota apresentada à imprensa em 24 de abril, sobre a defesa dos territórios e dos direitos das populações indígenas, dos Quilombolas, dos pescadores e de outros povos tradicionais.
Nesta nota, os Bispos deploram profundamente "o adiamento do processo administrativo da demarcação", como "a invasão e a exploração das terras dos povos tradicionais". O texto destaca as "condições de discriminação e dos assassinatos de que é vítima o povo Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul". 

sábado, 28 de abril de 2012

Pontifícias Obras Missionárias: dois anos sem padre Edson Assunção






Neste dia 3 de maio de 2012, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) lembram dois anos da morte do padre Edson Assunção Santos Ribeiro, ex-secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM). O sacerdote faleceu tristemente num acidente de carro, quando vinha de Araguaiana a Barra do Garças, em Mato Grosso. Estavam com padre Edson o também padre Wiliam e o leigo Fausto que tiveram apenas ferimentos leves.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Infância e Adolescência Missionária de São Paulo inaugura sede regional neste sábado.


Inauguração acontecerá durante o Encontro dos Coordenadores Diocesanos e homenageará Pe. Edson Assunção.

Coordenadores Diocesanos reunidos com Pe. Edson, em abril de 2009.

Nesta sexta, 27, terá início em São Paulo o Encontro dos Coordenadores Diocesanos da Infância e Adolescência Missionária (IAM). Neste ano, em sua sexta edição, são esperados cerca de 35 participantes de todo o Estado de São Paulo.

O encontro será assessorado pelo Secretário Nacional da IAM, Pe. André Luiz de Negreiros que trabalhará os temas "Sacramentum Caritatis", "Estatuto da Criança e do Adolescente" e "Perfil das crianças da Infância e Adolescência Missionária". "Estes são temas de extrema importância, principalmente para o nosso trabalho com as crianças e adolescentes. Estudando o Sacramentum Caritatis, que é o documento do Papa Bento XVI sobre a Eucaristia, vamos trabalhar, principalmente, a Missa ou Celebração da Palavra com crianças; veremos também a realidade social e cultural de nossas crianças e adolescentes, por isso vamos estudar o Estatudo da Criança e do Adolescente, dando ênfase à problemática do trabalho infantil no Brasil e no mundo" - declarou o secretário.

Nádia Maria da Silva Fusinato, coordenadora da IAM no Estado de São Paulo, informou que o encontro tem por objetivo oferecer uma formação permanente aos coordenadores diocesanos e manter a unidade da Obra no Regional. "A importância desse encontro, em primeiro lugar, é a formação em si; depois destaco a articulação, pois nos encontrando reforçamos nossos laços de amizade, conhecemos a realidade de cada diocese e partilhamos experiências, dando uma maior unidade ao trabalho da Infância Missionária em nosso regional" - destacou Nádia.

Ainda durante o encontro será inaugurada a sede Regional da Infância e Adolescência Missionária. A sede ficará nas dependências da Obra dos Cenáculos Missionários, localizada na Rua Barão de Itaúna, 237 - Alto da Lapa, e levará o nome do Pe. Edson Assunção, que foi secretário nacional da IAM entre os anos de 2006 e 2010, quando faleceu em um acidente automobilístico. Seu pai, Manoel Linhares, e irmãos, Paulo e Maria das Graças, virão de Minas Gerais especialmente para participar da homenagem. "Para nós será uma alegria muito grande inaugurarmos nossa sede regional, já que, a partir de agora, teremos um local para atendermos e formarmos nossos assessores e coordenadores; a alegria se reforça por contarmos com a presença da família do padre Edson, que homenagearemos com o nome de nossa sede", comemorou Nádia Maria. A missa e cerimônia de inauguração serão transmitidas ao vivo, no sábado, dia 28, a partir das 19h, através no blog da Garotada Missionária (http://garotadamissionaria.blogspot.com).

Já no domingo, será apresentada a estrutura e material do 2º Encontro Regional da Infância Missionária (ERIM) que será realizado em julho, na Diocese de Limeira, e pretende reunir cerca de 220 crianças, adolescentes e assessores de todo o Estado de São Paulo.

Rodrigo A. Piatezzi

terça-feira, 24 de abril de 2012

A pedagogia da Infância e Adolescência Missionária



A Obra da IAM propõe-se a seguir o exemplo de Jesus para concretizar sua pedagogia. Vale a pena lembrar da música de Pe. Zezinho: “amar como Jesus amou, sentir o que Jesus sentia”... Jesus mostrou em sua vida a presença da misericórdia e do poder salvífico de Deus. Compreendeu cada um dos apóstolos, dos discípulos, em sua própria cultura, realidade e identidade. Acolheu, criou relações de amizade, ajudou, perdoou, consolou, fortaleceu, serviu chegando ao extremo de dar sua vida, em resgate por muitos (cf Mc 10, 45).

Jesus esforçou-se para compreender o ouvinte em sua própria realidade. O caminho que Jesus faz é o de se fazer próximo, compreendendo a pessoa e procurando conhecê-la, amá-la e ajudá-la em suas dúvidas e necessidades.

Jesus ajuda seu ouvinte a descobrir uma nova realidade, ou a interpretá-la de modo novo. Jesus parte da experiência vivida na comunhão com os irmãos, para que todos vivam em família, em comunidade. Sua pedagogia realiza-se na comunhão com os irmãos. É uma pedagogia voltada para a Missão, para ir e fazer discípulos (cf. Mt 28,19).

Jesus quer que todos descubram a alegria da Boa-Nova do Reino. A descoberta de um tesouro provoca uma grande alegria, necessariamente partilhada com irmãos e irmãs.  Dentro da pedagogia existe uma metodologia na formação e organização da Obra da Infância Missionária que ajuda as crianças e assessores a tornar realidade o seu protagonismo. Esta formação acontece principalmente nos encontros semanais e a partir deles. Estes encontros compreendem quatro áreas integradas de formação missionária: Realidade Missionária, Espiritualidade Missionária, Compromisso Missionário e Vida de Grupo ou Testemunho Missionário. Para tanto, são constituídos grupos de 12 crianças, que simbolizam os 12 apóstolos, aos quais Jesus confiou a missão da evangelização até os confins do mundo (cf. Mt 28,16s).

“Para um grupo da Infância Missionária crescer, é necessário organizar os serviços e contar com a colaboração de todos. O grupo necessita de: coordenador, vice-coordenador, tesoureiro, espiritualizador, cronometrista, ambientador,  animador  e demais serviços necessários, para tornar os encontros mais participativos, criativos e comprometedores com a ação evangelizadora.

É objetivo das quatro áreas integradas de formação ajudar a criança e o pré-adolescente a se tornarem verdadeiros missionários. Por isso, cada encontro tem seu dinamismo e metodologia própria:

1ª Semana: Realidade Missionária
Consiste no estudo de um tema, em contato direto com a Palavra de Deus, para que as crianças e pré-adolescentes amadureçam na fé, no conhecimento da pessoa, da vida e obra de Jesus, da Igreja e da Missão. Aprendem os elementos básicos do ser missionários. Escrevem, desenham, tiram conclusões, memorizam as principais mensagens. É um encontro de muito estudo. Para ser bom missionário é necessário ter uma boa formação.

2ª Semana: Espiritualidade Missionária
Consiste no “esforço de assimilar, viver e celebrar o que se apreendeu no encontro da Catequese Missionária. Todos procuram tornar-se parecidos com Jesus. Aprendem a ver o caminho do seguimento de Jesus, iluminados pelo Espírito Santo. Trata-se de interiorizar a mensagem estudada. Mais do que estudo, é um encontro de celebração e de vivência espiritual. Existem muitas formas de realizar este encontro: Celebrações da Palavra, representações de passagens bíblicas, Celebrações da Eucaristia, orações e reflexões comunitárias e pessoais, momentos de deserto, etc”.

3ª Semana: Compromisso Missionário
“Este encontro quer encaminhar ações concretas. As crianças, os pré-adolescentes e os assessores procuram colocar em prática o que aprenderam nos encontros anteriores. É o serviço e o testemunho. É o encontro que leva a sair e evangelizar, comunicando a outros o que foi aprendido e vivido. Leva a perceber as necessidades das crianças pobres, abandonadas, excluídas, experimentando o mesmo amor e misericórdia de Jesus, que acolheu as crianças e foi em busca da ovelha perdida. Deve ser preparado de acordo com as necessidades do lugar. Podem-se propor visitas a outros grupos, animar missionariamente outras crianças, visitar doentes, famílias necessitadas, idosos, presos”.

4ª Semana: Vida de grupo ou Testemunho Missionário
“Este encontro quer proporcionar às crianças e pré-adolescentes uma oportunidade de conhecimento recíproco de suas realidades, estreitando os laços de amizade entre os membros do grupo e entre os grupos, criar mais unidade, fraternidade e ajuda mútua. É crescer juntos como amigos de Jesus. É também uma oportunidade, para revisar a vida do grupo e fortalecer a vivência fraterna.

Todo esse dinamismo de encontros constitui ajuda na formação integral de estudo, oração e espiritualidade, ação, lazer e confraternização, que se prolonga durante a semana, auxiliado pelos princípios de ação: conhecer Jesus, rezar, oferecer sacrifícios, comungar e ser missionário com Jesus”.

“De todas as crianças e adolescentes do mundo, sempre amigos”!

Pe. André Luiz de Negreiros
Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária

Conheça mais sobre o trabalho missionário no Brasil


A cidade de Palmas (TO) se prepara para receber, em julho, cerca de 600 pessoas de todas as regiões do país na 3ª edição do Congresso Missionário Nacional. O evento, que será realizado de 12 a 15 de julho, terá como tema “Discipulado missionário do Brasil para um mundo secularizado e pluricultural, à luz do Vaticano II”. A atuação missionária deve estar em pauta na Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta terça-feira, 24.

O Congresso vai preparar o Brasil para o 4º Congresso Missionário Americano (CAM 4 - Comla 9), agendado para 2013, em Maracaibo, na Venezuela. Para o bispo de Ponta Grossa (PR) e presidente da Comissão Missionária da CNBB e do COMINA, Dom Sérgio Braschi, além de promover essa preparação, o Congresso vai ajudar a despertar a Igreja no Brasil para a dimensão além fronteira.

Nessa sociedade secularizada em que nós vivemos, o mundo mudou muito e não se pauta mais com os valores do Evangelho, isso mesmo nos países que já foram há muito tempo evangelizados. A reflexão primeira é nessa linha: vermos como que um discípulo missionário vai viver, vai anunciar nesse mundo tão secularizado, tão pluricultural”, explicou.

Ação missionária no Brasil
Dom Sérgio, que está participando da 50ª Assembleia Geral da CNBB,  informou que, no Brasil, a área mais carente de ação missionária  é a Amazônia, existindo também uma grande carência no Nordeste e Oeste do país. De acordo com o bispo, são regiões que sofrem com a falta de sacerdotes, leigos missionários e religiosos, tendo que enfrentar também as dificuldades de locomoção.

O deslocamento da maioria é apenas por rio, então todas essas dificuldades fazem com que muitas comunidades permaneçam longamente sem a eucaristia, sem a presença do sacerdote e também sem a evangelização”, ressaltou.

E não só a Igreja está envolvida nessa missão. Além de leigos que podem desempenhar o trabalho missionário, Dom Sérgio ressaltou a importância dos meios de comunicação atuarem com a informação missionária, o que também contribui com o processo de formação. Ele citou algumas formas de contribuição desses meios para a atuação missionária.

Divulgando as notícias sobre como a Igreja no mundo inteiro está evangelizando, trazer, talvez, clipes sobre o trabalho missionário de brasileiros e brasileiras no exterior ou então em regiões no Brasil. Isso poderá ajudar porque na informação vem também a formação do nosso povo. Esse é o grande papel em que os meios de comunicação poderão ajudar”.

Sobre os desafios a serem vencidos, o bispo destacou que é muito amplo o campo da missão. Segundo ele, existe a questão da formação do povo numa consciência missionária e dos futuros padres numa óptica missionária para que tenham uma abertura para partir em missão. “Temos também os desafios logísticos, práticos, de ajudar a manter os missionários no exterior”, acrescentou.

Tema na Assembleia da CNBB
De acordo com Dom Sérgio, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) possui 12 comissões principais. Entre elas, está a Comissão de Ação Missionária e Cooperação Inter-eclesial, que ainda terá seu espaço na 50ª Assembleia da CNBB que está sendo realizada em Aparecida (SP). “Provavelmente, terça-feira, vai ter o seu espaço para apresentar o seu programa quadrienal, todas as metas que nós temos”, informou.

Indo além da abordagem do tema em comissões específicas, o bispo ressaltou o caráter universal da atuação missionária. “O tema missão está continuamente presente, porque ele perpassa toda a ação evangelizadora da Igreja. Não é uma gaveta, é algo que deve cada vez mais estar presente em todas as outras atividades da CNBB e da Igreja no Brasil”, salientou.

Concílio Vaticano II
O Congresso Missionário deste ano será realizado à luz do Vaticano II. O diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM),  padre Camilo Pauletti, que também participa da 50ª Assembleia Geral da CNBB, informou que o Concílio Vaticano II deu uma abertura muito grande para a questão missionária.

Tem lá dentro um documento que se chama ad gentes que é para isso.  A partir do Concílio, a Igreja se abriu muito. Tem um valor para os nosso dias, uma importância muito grande. Por isso que nós dizemos que o Concílio Vaticano II, apesar de ter começado há 50 anos, é muito atual, tem muita força, tem essa linha missionária muito forte

Padre Camilo também salientou a necessidade de se preparar vocações e a consciência missionária para que se possa ir além e celebrar o que se tem. “Nós temos não muito, mas temos coisas boas nessa linha ad gentes, além fronteiras, os testemunhos missionários que vão ser dados no Congresso é no sentido de fazerem perceber que temos alguma coisa e precisamos caminhar muito mais”, destacou.

FONTE: Canção Nova

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Brasil: Crianças bebiam água do gado em fazenda de deputado flagrada com escravos

Crianças e adultos bebiam a mesma água que o gado na Fazenda Bonfim, zona rural de Codó (MA), onde foram resgatadas sete pessoas de condições análogas às de escravos após denúncia de trabalhadores que não quiseram se identificar. A libertação aconteceu no início de março e foi realizada por ação conjunta de Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão (SRTE/MA), Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal.

A propriedade em que foram flagradas condições degradantes pertence à Líder Agropecuária Ltda., empresa da família Figueiredo, que tem como sócios o deputado estadual Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo (PSD/MA), além de Rogério Carneiro Figueiredo, Rodrigo De Lellis Salem Figueiredo e Camilo De Lellis Carneiro Figueiredo Filho. À Repórter Brasil, o deputado Camilo afirmou desconhecer as denúncias e disse que a fazenda é administrada por seu pai, Benedito Francisco da Silveira Figueiredo, o Biné Figueiredo, ex-prefeito de Codó. Biné, por sua vez, nega que seja administrador e alega que não há trabalhadores na propriedade, "apenas moradores".

A água consumida no local era a mesma que a utilizada pelos animais da fazenda. Retirada de uma lagoa imunda, repleta de girinos, ela era acondicionada em pequenos potes de barro e consumida sem qualquer tratamento ou filtragem. Os empregados tomavam banho nesta lagoa, e, como não havia instalações sanitárias, utilizavam o mato como banheiro. De acordo com o auditor fiscal Carlos Henrique da Silveira Oliveira, que coordenou a ação, todos estavam submetidos às mesmas condições degradantes, incluindo as crianças pequenas.

Pecuária
A propriedade da família Figueiredo era utilizada para criação de gado para corte. Os trabalhadores resgatados cuidavam da limpeza do pasto com a retirada de ervas daninhas e arbustos, atividade conhecida como roço da juquira, e ficavam alojados em barracos feitos com palha. Os abrigos não tinham sequer proteção lateral, apesar de serem habitados por famílias inteiras, incluindo crianças. Os resgatados declararam aos auditores fiscais que em noites de chuva as redes onde dormiam ficavam molhadas e que todos sofriam com o frio.
A maioria dos trabalhadores era de Codó (MA), a 30 km de distância, e estava há cerca de dois meses na fazenda. Os resgatados não tinham Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) assinada e não contavam com nenhum equipamento de proteção individual no roço da juquira. "Todas as irregularidades e ilegalidades constatadas constituíram total desrespeito a condições mínimas de dignidade da pessoa humana, distanciando-se da função social da propriedade e ferindo assim, além dos interesses dos trabalhadores atingidos, também o interesse público", explica o coordenador da ação.

Responsabilidade
A empresa Líder Agropecuária consta na declaração de bens do deputado estadual Camilo Figueiredo. Por telefone, ele se disse surpreso ao ser informado pela reportagem sobre a libertação na Fazenda Bonfim. "Isso de trabalho escravo é novidade para mim. Até agora não tomei conhecimento desta situação, vou entrar em contato agora para saber o que houve", disse. Ele confirmou que seu pai, Biné Figueiredo, é o responsável por administrar a propriedade.

Biné, que foi prefeito do município de Codó em duas ocasiões, de 1993 a 1996 e de 2005 a 2008, negou, por telefone, qualquer responsabilidade. Ele alega que não é administrador da propriedade, e, questionado, disse não saber nem a quem a terra pertence. "Eu não acompanhei a fiscalização e não sei se a situação foi solucionada, mas acredito que sim", afirmou.

Não é a primeira libertação de escravos envolvendo políticos na região. Em 2009, equipes de fiscalização libertaram 24 pessoas na fazenda do então prefeito de Codó, José Rolim Filho (PV), o Zito Rolim.